9

set

2010

Playlist: setembro de 2010

Por Tati Aoki em Playlists1 Comentário

Estou explorando o fantástico mundo dos downloads e baixando um monte de coisas que, se não fosse pelo fator tempo, provavelmente não estaria com cérebro pra ouvir.

- Arcade Fire – The Suburbs: um dos melhores do ano. As mais belas são Ready to Start, sobre o reinício da vida e Half Light I e II. Aliás, uma das coisas mais interessantes do Arcade Fire são as canções contínuas, algo que me interesso bastante e se assemelha ao Pink Floyd.

- Big Boi – Sir Lucius Left Foot: The Son of Chico Dust: hip-hop e rap de qualidade, e faz lembrar dos bons tempos de Outkast e Missy Elliot.

- Jimmy Eat World – Clarity : eu tento me desvencilhar e não ouvir essa banda emo, mas simplesmente não consigo. É muito bom. Destaque para a batida de Lucky Denver Mint.


- Linkin Park – A Thousand Suns. Outra banda dos tempos de emocore, mas que amadureceu e aprimorou as influências musicais. Quem gostava da velha fase de Numb e etc com certeza irá se decepcionar. Ouvi pouco, mas gostei bastante da faixa Robot Boy.

28

abr

2010

Músicas relax…

Por Tatiana Aoki em Playlists, UncategorizedComente

Um dos fatores primordiais para me sentir bem é fazer a ioga diária. Sério, vicia. Eu pratico a ioga em casa mesmo, depois do banho matinal, por cerca de 30 minutos. E faz a maior diferença na vida. Aliás, isso é uma coisa que sempre faço: pequenas mudanças que fazem toda a diferença.

Bem, como não estou falando do que eu deveria falar – música – vou fazer uma pequena lista de músicas relaxantes:

Top 5 músicas relax
1)    Summer of Love – B52’s
2)    Riders on the Storm – The Doors
3)    Como te estrano mi amor – Cafe Tacvba
4)    Eu sei – Pato Fu
5)    Olhos nos Olhos – Chico Buarque

Foram as que lembrei bem rapidamente…

22

abr

2010

Opera Rock: Gorillaz e Plastic Beach (de novo)

Por Tatiana Aoki em UncategorizedComente

gorillaz

Damon Albarn apresenta-se com o Gorillaz no Coachella deste ano. Créditos: Folha de São Paulo

Ontem à noite eu assisti ao DVD de making of do álbum conceitual (ok, estou viciada) Plastic Beach, do Gorillaz. A produção impecável, com direito a viagens desbravadoras de novos sons, convidados dos mais variados estilos musicais e todo um conceito visual, dão-me o direito de dizer que Plastic Beach é um álbum de opera rock, como uma versão pós-moderna de The Wall, do Pink Floyd. Assim como este, o novo do Gorillaz possui material suficiente para produzir um filme, questiona a sociedade de consumo e cada faixa concatena com a outra.

Sou particularmente fã de CDs pensados como unidade, porque não gosto muito de ouvir música randomicamente, apenas quando danço no quarto (ops, falei).

Por isso, ontem, quando assisti ao tal do making of, provavelmente fiquei com aquela cara de criança em frente ao carrinho de sorvete, com os olhos arregalados de surpresa e alegria.

Vou procurar no YouTube o show de encerramento que o Gorillaz fez no festival Choachella deste ano. Vi somente a minha faixa favorita, “Empire Ants”, e fiquei morrendo de vontade de estar lá, porque faz muito tempo que não vou a um show ao vivo decente.

•    Baixei o novo do MGMT, Congratulations, e ainda não ouvi direito. Mas posso dizer que, pelo pouco que ouvi, não deu muita vontade de ouvir de novo.
•    Estou com o novo do Moby também, mas ainda não escutei.

12

abr

2010

La, la, la, é tão bom se apaixonar…Músicas para apaixonados

Por Tatiana Aoki em Playlists1 Comentário

cool2

Cena do clipe “Cool”, da Gwen Stefani

Hoje percebi que não me apaixono há um tempão, porque não me lembro daquele sentimento de o coração bater mais forte, sabe? Faz um tempo que isso não acontece (meados de outubro). E isso interfere na playlist musical. Porque quando você fica em estado de paixão zero, ou você fica na fossa, ouvindo sons que relembram antigos amores, ou você desencana total de músicas românticas, achando-as totalmente sem sentido.

Comparação? É como ouvir “Vida Boa”, de Victor e Leo, sobre as delícias da vida no interior de Minas, sem nunca ter visto uma vaquinha no curral. Que exemplo infame, mas deu pra pegar, né?

Eu optei pela segunda resolução de vida, que consiste em simplesmente ignorar o conteúdo das letras românticas. Porque, só para explicar aos apaixonados de plantão: a verdade é que, se você não está gostando de alguém, letras românticas realmente não fazem sentido.

A questão é: quando irei enxergar algum sentido nessa lambança musical de canções amorosas? Ou será que as músicas de protesto/politizadas ou as que questionam a existência serão as únicas que me emocionarão por um bom tempo, como vem acontecendo?

Top Músicas que relembram meus antigos amores:

1) Precious – Depeche Mode
2) Cool – Gwen Stefani
3) Apples + Oranges – Smashing Pumpkins
4) Hanabi – Mr. Children
5) Esora – Mr. Children
6) Morning Glory – Oasis

Espero que ex-amores platônicos não se identifiquem…
ps: escrevi esse post em 10 minutos. Adoro quando Chico Xavier baixa em mim e eu psicografo meus textos.

31

mar

2010

Melhores sites de compartilhamento de músicas

Por Tatiana Aoki em download1 Comentário

Foi divulgado no blog Lifehacker (ops!), os melhores sites para compartilhamento de arquivos – no meu caso, músicas.

Eles já estão nos meus favoritos:
- drop.io – não conheço
- mediafire.com – recomendadíssimo!
- dropbox.com – uso, mas não com muita freqüência
- rapidshare.com – o mais conhecido
- megaupload.com - o meu favorito

Recomendo também você Googlar o arquivo que quer baixar…viva o Google!

30

mar

2010

Quando apertar repeat e playlist de viagem

Por Tatiana Aoki em PlaylistsComente

Voltei a usar iPod – da minha irmã, diga-se de passagem. Ainda não comprei, mas já voltei à minha rotina de ouvir um monte de podcasts diariamente.

O Japanese Pod 101 – podcast que ensina japonês – está reprisando os episódios. Eu, que ouço desde 2008, percebi. É claro que não há muito conteúdo e que não é algo absurdamente errado reprisar os episódios. Mas que deu uma desanimada, isso deu.

Ainda não ouvi nenhum podcast – afinal, ficar mais de um mês sem ouvi-los deixou um acumulado absurdo no meu iPod.

E o que eu ando ouvindo? Além de muito Gorillaz, comecei a escutar o novo do  Groove Armada, Late Night, lançado no fim de janeiro desse ano. Ando viciada na faixa “Look me in the Eye Sister”: ouço o tempo todo, dando repeat (odeio quem faz isso, mas isso ocorre comigo com alguma freqüência). O Late Night definitivamente não é o melhor álbum do GA, pelo fato de dar muita ênfase aos vocais e deixar de lado o que o duo tem de melhor – as batidas contagiantes.

Playlist!

Como faz um tempão que eu não faço playlists, vou dar uma para relaxar, já que quero viajar nesta Páscoa, mas acho que não vai rolar:

Top 10 músicas para ouvir em viagens:

1) Brian Eno – I’ll come running

2) Café Tacuba  - Puntos Cardinales

3) Empire of the Sun – Standing on the Shore

4) Gorillaz – Stylo

5) Jimmy Eat World – Night Drive

6) The Killers – Joy Ride

7) MGMT – Eletric Feel
8)  U2 – Magnificient

9) Basement Jaxx – Raindrops

10) Lily Allen – Not Fair

Se bem que é difícil você chegar ao destino em apenas 10 músicas…

14

mar

2010

Plastic Beach é o século XXI do Gorillaz

Por Tatiana Aoki em UncategorizedComente

Desde o inicio deste blog, nunca esperei tanto um lançamento quanto Plastic Beach, do Gorillaz. Depois de cinco anos sem lançar nada, quem gosta de Gorillaz sabe o quanto faz falta álbuns como Demons Days (2005) ou Laika Goes Home (2002) em meio a muitas Lady Gagas e Beyonces lançando clipes caríssimos e vazios.

O Plastic Beach arrepia já em sua primeira musica, “Orchestral Intro”, que, como o nome diz, sinaliza uma orquestra. Em seguida, Snoop Dogg e sua voz característica dão o início da próxima faixa, “Welcome to the World of Plastic Beach”.

Embora o estilo musical do álbum seja bem heterogêneo, é fácil reconhecer o bom e velho Gorillaz, sobretudo na ótima “Stylo”, com Mos Def e o idealizador da banda, Damon Albarn (ex-Blur), ou na excelente “Empire Ants”, cuja voz macia de Damon dá lugar a um ritmo alucinante, sendo difícil identificar se é a mesma canção ou não. Ponto também para a “White Flag”, com participação de uma orquestra árabe, e que vira um rap a la Missy Elliot.

Plastic Beach surpreende pela quantidade de convidados de alto escalão e mistura de estilos que forma uma obra coesa e com muito rap de desenho animado. Mais século XXI, impossível.

Nota: 9

5

mar

2010

Matando a canseira com Supertramp

Por Tatiana Aoki em UncategorizedComente

Se tem uma coisa que me deixa em cacos é estar cansada. Não consigo praticar minha ioga, fico com preguiça de ler, de pensar, de comer…enfim, literalmente, o sono acaba comigo.

E como ando sem iPod nas últimas três semanas, mudei um pouco minha rotina. Quer dizer, se por um lado meus tímpanos agradecem, por outro eu fico longe dos meus podcasts que eu tanto adoro ouvir diariamente, sem contar as músicas, claro.

Se fico um dia inteiro sem ouvir música, parece que tenho um piripaque, começo a pensar em músicas do nada, ou seja, bate uma crise de abstinência. E hoje, embora seja um dia em que meu corpo urge em descansar, ele pediu para ouvir logo de manhã…Supertramp!

supertramp-breakfast-in-america-album-cover

Ouvi a banda pela primeira vez em uma sessão com audiófilos há uns meses, e fiquei simplesmente fissurada no álbum Breakfast in America, de 1979. O álbum é excelente e primoroso, dá vontade de ouvir a mesma música repetidamente – e olha que é difícil isso acontecer comigo. Fiquei particularmente viciada na música que dá nome ao álbum, “Breakfast in America”. E ainda tem as ótimas  “The Logical Song” – creio que a mais conhecida –,” Gone Hollywood” e a bonitinha, estilo The Clash, “Goodbye Stranger”.

Embora o Supertramp tenha um estilo Pink Floyd vindo dos EUA, ou seja, com uma pegada mais pop, na verdade a banda é, como sempre, inglesa. Minha mãe adorou quando ela me pegou ouvindo o som da banda, que, em minha opinião, é uma mistura de Pink Floyd + Genesis + Bee Gees (!). Sério, ficou uma receita boa e criativa. Imperdível.

* E não vejo a hora de o Gorillaz lançar o CD novo deles, Plastic Beach. Fiquei tentando baixar antes do lançamento, em vão. Vou aguardar até 25 de março ansiosamente…

gorillaz-plastic-beach

*  Fiquei surpresa com o fato de o Black Eyed Peas ficar em primeiro lugar na Billboard com a faixa “Imma Be”, que eu havia dito, há meses atrás, que é minha favorita do álbum The E.N.D, lançado no ano passado. Os caras emplacaram “I gotta feeling” (a música do ano), “Boom Boom Pow”, “Meet me Halfway”, e agora essa.

25

fev

2010

Hello world!

Por Tati Aoki em Uncategorized1 Comentário

Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!

17

fev

2010

Keane possui um Bad Dream

Por Tatiana Aoki em UncategorizedComente

O título da música, do Keane, é meio clichê, mas reflete bem o que aconteceu comigo há dois dias. Fui assaltada e ainda levei uns socos na cabeça, mas foi de um ser do sexo feminino. Ou seja, pela sorte de ser atacada pelo (ops!), literalmente, sexo frágil, não fiquei com nenhuma sequela a não ser um leve inchaço do lado direito do rosto e sem minha bolsa com todos os pertences – incluindo documentos e meu iPod.

Chorei em um bar, cujos funcionários me ajudaram e chamaram a polícia, e fiquei pensando em como isso foi um sonho ruim, daqueles que a gente acorda após 10 segundos. Mas o pesadelo da vida real sempre tem conseqüências, então tive que, no dia seguinte, ir atrás dos documentos que perdi.

Mas vamos ao…Keane?
É, ok, vocês entenderam o drama de se viver em uma cidade grande, sobretudo quando estamos sozinhas de madrugada e no Carnaval (quando se deu o episódio). Mas, embora eu fique sem iPod por um bom tempo, não deixo de ouvir a banda que mais tenho escutado nos últimos dias: Keane.

Eu tinha uma pontinha de preconceito com a banda, afinal, surgiram na onda do Coldplay e, segundo minha mãe, parecem bandas clones, “só que Coldplay é melhorzinho”. Mas Keane é mais do que isso: além das famosos, seus álbuns primam pelos detalhes de suas faixas. Dois são os que tive interesse em ouvir: Hopes and Fears (2004) e Under the Sea (2006).

Embora mais conhecido, o Hopes and Fears, da badalada e melosa “Somewhere only we know”, não é o meu favorito. Tem a ótima faixa, “This is the last time” e o outro hit “Everybods changing” lá, mas definitivamente esse álbum, por ser meio hit parade em termos de letras e melodia, acabou estigmatizando a banda e não passa de um CD joinha. Sabe, aquele símbolo que descreve tudo e nada? Esse mesmo.

keane_under_the_iron_sun

Felizmente, dois anos depois o Keane lançou um álbum com superior qualidade, o Under the Iron Sea, mais sombrio, depressivo e forte, mas com a marcante voz suave do vocalista, Tom Chaplin. Under é excelente, fiquei viciada em diversas faixas (anote aí se você não tem paciência de baixa-lo inteiro):
-    Atlantic  – entrada triunfal da faixa 1
-    Is it any wonder? – a mais famosa, tem um clipe bacaninha, veja no YouTube
-    Nothing in my Way – impossível não gostar dessa, é bonita e viciante
-    A Bad Dream – bem tristinha, e minha canção favorita do álbum
-    Crystal Ball – a-do-ro: foi o motivo pelo qual resolvi ouvir Keane. Sabe quando você se pega cantando uma música e tem que ouvi-la agora?

Quase todas as faixas são boas, mas essas são as altamente recomendadas. Para um dia feliz ou melancólico, Keane é uma boa pedida para você que não quer cometer suicídio ouvindo Amnesiac, do Radiohead, nem chorar pelo seu amor ouvindo Viva la Vida, do Colplay. Fique com o meio termo, Keane.

Ps: embora eu tenha escrito que o Keane fora influenciado pelo Coldplay, e isso também consta no All Music, é engraçado que, no mesmo site, está escrito que o Keane surgiu em 1997, na Inglaterra. E o Coldplay surgiu em 1998, no mesmo país.