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	<title>Árvore Azul</title>
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	<description>Árvore Azul tem o objetivo de mostrar que a forma física do corpo tem uma conexão clara com a mente e que nosso corpo é resposta de nossa atitude mental.</description>
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		<title>Domar o tigre interior</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 21:56:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati Aoki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Mente]]></category>
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		<description><![CDATA[
Tento estudar em uma biblioteca sem ventilador, sob um calor de 35 graus. A concentração torna-se impossível, me irrito com qualquer barulho, e virar a página do livro é angustiante, tamanha a quantidade de pensamentos que rondam a minha cabeça – não só a distração causada pelo calor, mas das contradições do cotidiano.
Quando se estuda, [...]]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-631" href="http://arvoreazul.com.br/2012/02/07/vencendo-o-tigre-interior/tiger/"><img style="border: 0pt none; margin: 0px;" title="tiger" src="../wp-content/uploads/2012/02/tiger.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Tento estudar em uma biblioteca sem ventilador, sob um calor de 35 graus. A concentração torna-se impossível, me irrito com qualquer barulho, e virar a página do livro é angustiante, tamanha a quantidade de pensamentos que rondam a minha cabeça – não só a distração causada pelo calor, mas das contradições do cotidiano.</p>
<p>Quando se estuda, qualquer perturbação mental impede que se tenha apreensão do conhecimento. Logo, notando que não conseguiria dar continuidade ao livro, fecho-o, desanimada com meu próprio fracasso.</p>
<p>Em casa, leio o seguinte trecho no livro “Por uma vida mais bela”: “a alegria indestrutível é própria de quem conseguiu vencer o tigre interior, sem se deixar levar pelas emoções.”</p>
<p>O que é o tigre interior? É aquele que te tira o sono, te abala aos acontecimentos que não correspondem às suas expectativas. Você tem que domá-lo, com a&#8230;Disciplina.</p>
<p>A preguiça é inimiga da disciplina. Mas a tensão em excesso também não segura o tigre que habita dentro de todos nós.</p>
<p>Como domar o tigre? Pelo caminho do meio – o mais difícil, porém o mais tranquilo de se seguir. Resumindo: pode-se deixar levar pela preguiça, mas ela não pode te dominar. Assim como a tensão existe e é razoável, mas, em excesso, arrebenta o fio que te equilibrava.</p>
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		<title>O que é o amor?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 23:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati Aoki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Holística]]></category>
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		<description><![CDATA[
Estou lendo sobre isso no livro “Rodas da Vida”, de Anodea Judith. O livro fala sobre conexão corpo/mente por meio dos chacras ou pontos energéticos. E o quarto chacra é o do amor, que fica, claro, no coração.
São dezenas de páginas dedicadas a exercícios que ativam o chacra, como os de respiração. Em essência, isso [...]]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-622" href="http://arvoreazul.com.br/2012/01/30/o-que-e-o-amor/heart/"><img class="alignnone size-medium wp-image-622" style="border: 0pt none; margin: 0px;" title="heart" src="http://arvoreazul.com.br/wp-content/uploads/2012/01/heart-402x300.jpg" alt="" width="402" height="300" /></a></p>
<p>Estou lendo sobre isso no livro <a href="http://www.americanas.com.br/produto/7125417/livros/religiao/espiritismo/livro-rodas-da-vida-um-guia-para-voce-entender-o-sistema-de-chacras" target="_blank">“Rodas da Vida</a>”, de Anodea Judith. O livro fala sobre conexão corpo/mente por meio dos chacras ou pontos energéticos. E o quarto chacra é o do amor, que fica, claro, no coração.</p>
<p>São dezenas de páginas dedicadas a exercícios que ativam o chacra, como os de respiração. Em essência, isso significa que o quarto chacra é uma das principais comunicações com o mundo externo, isto é, é a troca de ar e de sentimentos com o outro.</p>
<p>Porém&#8230;O que é o amor? A indústria cultural nos remete ao amor apaixonado entre duas pessoas, romântico e tal. Mas será que é isso mesmo? E o amor a uma causa, amor-próprio, amor aos amigos e, por que não, ao seu trabalho? Eles também existem e devem ser lembrados.</p>
<p>Penso que o amor é uma das maiores forças do ser humano, por isso a famosa frase “Deus é amor.” Por amor a gente perde o medo, o sono, sente uma força inesgotável, mas que dificilmente ultrapassa o limite do corpo físico. Ou seja, o amor pleno é incondicional, quase onipotente, mas sabe os limites. É equilibrado – o corpo e mente em conexão plena. Quando isso não ocorre, cuidado – provavelmente é a cilada da paixão: volátil, atraente e perigosa como o fogo.</p>
<p>Mesmo lendo em diversos dicionários o termo “amor”, o significado continua um mistério -  tanto pelo uso inapropriado por parte de segmentos da indústria cultural (principalmente cinema, músicas e novelas), quanto pela confusão generalizada entre amor e paixão.</p>
<p>A paixão pode trazer infelicidade aos outros. O amor, não.</p>
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		<title>Um corpo que cai</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 22:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati Aoki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar]]></category>
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		<description><![CDATA[
Olhando bolsas de estudo de mestrado, leio editais e mais editais ao longo de um sábado à noite. À medida que leio os regulamentos frustrantes – só bolsas para doutorados, áreas de exatas e biológicas, bolsas para o exterior – vou automaticamente afundando na cadeira de escritório ergonômica e entortando minha coluna vertebral até sentir-me [...]]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-617" href="http://arvoreazul.com.br/2012/01/22/um-corpo-que-cai/think/"><img class="alignnone size-medium wp-image-617" style="border: 0pt none; margin: 0px;" title="think" src="http://arvoreazul.com.br/wp-content/uploads/2012/01/think-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" /></a></p>
<p>Olhando bolsas de estudo de mestrado, leio editais e mais editais ao longo de um sábado à noite. À medida que leio os regulamentos frustrantes – só bolsas para doutorados, áreas de exatas e biológicas, bolsas para o exterior – vou automaticamente afundando na cadeira de escritório ergonômica e entortando minha coluna vertebral até sentir-me um amontoado de pele, músculos e ossos.</p>
<p>Nosso corpo físico é uma resposta automática da nossa atitude mental. E é aí que eu, uma árdua usuária de minha capacidade cerebral, digo que há uma superestimação da mente, que acaba prejudicando o corpo. O que o seu corpo tem a ver com o fato de que sua mente sofre? Claro, é um corpo só, mas a mente, o cérebro, o controlador, acaba modificando nossas atitudes corporais conforme a mente.</p>
<p>Quando ficamos tristes, o olhar abaixa, perde o brilho. Se desanimamos, os ombros caem e ficamos cabisbaixos.</p>
<p>Como seria se nossas emoções e nossa mente não interferissem no nosso corpo? Provavelmente não teríamos distúrbios alimentares, pessoas caminhando com os pés pra dentro, problemas de coluna. Mas não seríamos humanos, e sim, animais.</p>
<p>O equilíbrio é a consonância com nossos sentidos animais e os humanos, estes, considerados mais elevados. E esse equilíbrio nos falta, na micro instância, com o nosso corpo. Não conhecemos o corpo que habitamos.</p>
<p>Que dirá o equilíbrio com o macro, ou seja, nossas relações entre humanos e o ambiente?  Até quando vamos superestimar o cerebral, o mental, o “querer”, e não sentir que há uma instância maior, a incontrolável natureza, que sempre nos arrebata quando menos esperamos?</p>
<p>Quando a natureza nos pega, só nos restará chorar e nos render.</p>
<p><em>You know, it&#8217;s going to get harder, and harder, and harder<br />
As you get older</em></p>
<p><em>Dogs &#8211; Pink Floyd<br />
</em></p>
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		<title>Ano Novo é pra se molhar</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 21:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati Aoki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
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		<description><![CDATA[
Passei o ano novo na praia, na chuva. Foi a primeira vez que passei um ano novo de branco, com amigos queridos, na praia, pulei ondas e joguei flores ao mar.
A primeira vez.
Já passei ano novo de pijama, esperando dar meia noite para voltar a dormir; passei com a família, no tédio do comportamento programado; [...]]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-612" href="http://arvoreazul.com.br/2012/01/11/ano-novo-e-pra-se-molhar/tokei/"><img class="alignnone size-medium wp-image-612" style="border: 0pt none; margin: 0px;" title="tokei" src="http://arvoreazul.com.br/wp-content/uploads/2012/01/tokei-291x300.jpg" alt="" width="291" height="300" /></a></p>
<p>Passei o ano novo na praia, na chuva. Foi a primeira vez que passei um ano novo de branco, com amigos queridos, na praia, pulei ondas e joguei flores ao mar.</p>
<p>A primeira vez.</p>
<p>Já passei ano novo de pijama, esperando dar meia noite para voltar a dormir; passei com a família, no tédio do comportamento programado; no frio insuportável de um inverno no estrangeiro; com amigos de faculdade, no estilo ingênuo colegial.</p>
<p>Esse foi meu melhor reveillon, mas é o ano com menos expectativas que já tive (até onde me lembro), porque comecei sem nada de concreto, sem nada começando. Tudo seguindo um rumo incerto, e não no bom sentido.</p>
<p>Todos os anos começam com expectativas, em viradas não tão legais. Este ano fiz uma virada incrível, com expectativas nem um pouco animadoras. O que acontecerá? O tempo dirá, sempre o tempo, famigerado tempo.</p>
<p>Enquanto eu não entender o tempo da natureza, nunca entenderei a dinâmica do universo, que pouco ou nada tem a ver com viradas de ano, com 2012-fim-de-mundo-avatar. O tempo diz tudo, e o que podemos fazer? Esperar com a maior resiliência possível, porque o tempo não quer saber de nada.</p>
<p><em>The sun is the same in a relative way, but you&#8217;re older<br />
Shorter of breath and one day closer to death</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Time – Pink Floyd</em></p>
]]></content:encoded>
	

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		<title>Últimas do ano</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati Aoki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pensar]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
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		<category><![CDATA[caminho]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>


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		<description><![CDATA[
Sr. Noel, quero uma bike aro 26, favor comprar aqui. 
Faltam 10 dias para o fim do ano, mas, como pretendo seriamente ficar do Natal até o Ano Novo sem usar internet, este é meu último post de 2011.
2011 pode ser classificado como um ano&#8230;Estranho. Começou bem, muito bem. Aí, em abril, resolvi virar uma [...]]]></description>
	
		<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-600" href="http://arvoreazul.com.br/2011/12/21/ultimas-do-ano/cl266-93-nv/"><img class="alignnone size-medium wp-image-600" style="border: 0pt none; margin: 0px;" title="cl266-93-nv" src="http://arvoreazul.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cl266-93-nv-450x300.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><br />
<em>Sr. Noel, quero uma bike aro 26, favor <a href="http://store.shopping.yahoo.co.jp/cybermalljapan/cl266-93-nv.html" target="_blank">comprar aqui. </a></em></p>
<p>Faltam 10 dias para o fim do ano, mas, como pretendo seriamente ficar do Natal até o Ano Novo sem usar internet, este é meu último post de 2011.</p>
<p>2011 pode ser classificado como um ano&#8230;Estranho. Começou bem, muito bem. Aí, em abril, resolvi virar uma asceta em todos os sentidos – e fiquei assim até o início de outubro. Ou seja, metade do meu ano foi dedicado à tentativa de me evoluir espiritualmente, e essas tentativas foram, salvo exceções, extremamente frustrantes. Conheci o cristianismo, messianismo, budismo, espiritismo, e tudo o mais que consegui. Foi um excesso que, no fim das contas, acabou dando um nó mental.</p>
<p>Estamos na era dos excessos. O fato de termos muitas oportunidades nos deixa ainda mais confusos, tamanha a quantidade de caminhos disponíveis. Consegui abandonar as coisas que descobri e mais me identifiquei (Yoga/Meditação) para descobrir outros caminhos interessantes, mas que fizeram deixar de me aprimorar no que me identifiquei.</p>
<p>Erramos, mas temos que ser humildes de voltar atrás.</p>
<p>Se você acha que está feliz com seu emprego, saúde, relacionamento, crença espiritual, esporte, etc., não fique buscando sarna pra se coçar – até porque, oportunidades para tal não faltam. O que aprendi em 2011 é: se o time está ganhando, não tente conhecer os outros times – tente se aprofundar nele.</p>
<p>Senão, viramos uma colcha de retalhos de conhecimentos pós-modernos.</p>
<p>Até mais, 2011.</p>
<p>Obs: a melhor coisa do ano? Conhecer a <a href="http://bicicletada.org/Home+page" target="_blank">bicicletada</a> e todas as pessoas maravilhosas que compõem a Massa Crítica.</p>
<p>Saúde e paz.</p>
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